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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Marketplace


marketplace[1] [2] é uma plataforma, mediada por uma empresa, em que vários fornecedores se inscrevem e vendem seus produtos. Essa plataforma funciona de forma que o usuário entre em determinado site e compre em mais de uma loja, pagando todos os itens juntos. Essa plataforma pode ser vista como várias vitrines de um shopping center. O cliente entra no site e começa a procurar o produto que gostaria de comprar, durante a procura aparece para o cliente várias empresas que vendem o mesmo produto e itens semelhantes, instigando o cliente a adentrar em muitas lojas sem sair do mesmo site, dessa maneira, o usuário acaba comprando mais de um item, sendo de empresas diferentes ou não. Geralmente são focados em nichos e segmentos de mercado específicos, porém os modelos comerciais podem variar bastante: comissionamento sobre vendas, pay-per-click ou até um valor fixo por anúncio ou mensalidade.
Índice
·         1Tipos de Marketplace
·         2Vantagens do Marketplace[5]
o    2.2Confiança
o    2.4SEO
o    2.6Facilidade
·         5História do Marketplace[8]
·         7Referências
Tipos de Marketplace[editar | editar código-fonte]
B2C (Business to Consumer)[3][editar | editar código-fonte]
Este é o tipo mais comum de marketplace. É a venda direta para o cliente final. Normalmente, é uma venda operada por um varejista, mas que, como falamos no início do texto, também pode ser operada por um distribuidor ou fabricante, sem incluir um intermediário do processo de compra.
B2B(Business to Business)[3][editar | editar código-fonte]
Enquanto no B2C há uma empresa que vende um produto para o cliente final, o B2B trata de um modelo de venda entre duas empresas. A finalidade de quem compra costuma ser para reposição de estoque e revenda ou mesmo para a aquisição de matéria-prima que entra em linha de produção para gerar um produto final.
É importante lembrar que, na negociação entre empresas, existem questões mais complexas que não aparecem na compra B2C, por exemplo, como descontos maiores em função do volume da compra, vendas faturadas com limite de crédito, impostos diferentes dependendo do estado ou tipo de empresa, entre outros aspectos.
C2C(Consumer to Consumer)[3][editar | editar código-fonte]
Sites como o Mercado Livre são exemplos de marketplace C2C. É uma negociação feita de consumidor para consumidor, intermediada pelo site. Afinal, as pessoas não compram produtos do Mercado Livre exatamente, mas, sim, de outras pessoas que anunciam por lá – é claro que, com a expansão deste tipo de modelo, as empresas também já usam o site para fechar negócio.
B2B2C (Business to Business to Consumer)[4][editar | editar código-fonte]
Quando uma empresa faz negócios com outra visando uma venda para o cliente final. Uma loja de informática pode fazer uma venda para seu cliente final utilizando o próprio sistema do distribuidor, que fatura direto para o cliente, porém sendo intermediado pelo lojista, que não precisa ter estoque, risco de crédito nem logística.
G2B (Business to Government)[4][editar | editar código-fonte]
Este modelo de negócio se refere a transações entre empresas e governo, como companhias que prestam serviços ou fornecem material para órgãos governamentais. Os negócios B2G envolvem um processo de licitação ou contratos especiais, afinal, ao vender para o governo, seja federal, estadual ou municipal, há diversas particularidades e processos que devem ser seguidos, conforme a legislação que regula as compras e vendas do poder público.

Vantagens do Marketplace[5][editar | editar código-fonte]
Visibilidade[editar | editar código-fonte]
Uma grande vantagem que o marketplace traz para os participantes é a visibilidade, logo que, poderá instigar os consumidores de outra empresa, com sua vitrine virtual, a comprar em sua loja.
Confiança[editar | editar código-fonte]
Imagine que você é um consumidor e está acostumado a comprar em uma certa loja. Ao entrar em um marketplace, a qual a loja que gosta é participante, percebe que outra empresa vende um produto que você precisa a um preço bom, em seu pensamento se aquela empresa está vinculada à aquela que possui sua confiança, então o produto dela é bom, por isso é uma empresa confiável e você se arrisca a comprar.
Lucro e aumento de vendas[editar | editar código-fonte]
Após ler as duas vantagens anteriores, pode-se perceber que haverá um maior fluxo de clientes a comprar em sua loja, logo aumentará os lucros de sua empresa e a quantidade de clientes fiéis.
SEO, ou Search Engine Optimization[6], são maneiras para aumentar a otimização de sites e o markeplace traz essa vantagem de otimização para você, afinal sua empresa será mais conhecida.
Público abrangente[editar | editar código-fonte]
Essa vantagem remete a diversidade do público que a empresa atingirá, como foi mostrado nas vantagens anteriores.
Facilidade[editar | editar código-fonte]
Os clientes, quando entram em uma plataforma marketplace, conseguem comprar vários produtos diversos juntos, ou seja, não precisam visitar vários sites e levar o tempo que levariam nessa busca.

Desvantagens do Marketplace[2][editar | editar código-fonte]
Dependência[editar | editar código-fonte]
Essa desvantagem reflete a empresa administradora dos marketplaces, afinal, cada marketplace possui uma empresa que faz a união entre as lojas e organiza todo o site. Com isso, pode-se perceber que ela tem o controle da plataforma, ou seja, ela dita o preço do "aluguel", que é feito por uma porcentagem a cada venda, ela escolhe qual loja deve aparecer mais do que outras. Dessa maneira, as lojas participantes ficam a mercê das escolhas dessa empresa administradora e precisam seguir de acordo com as regras dela.
Identidade da marca[editar | editar código-fonte]
Os marketplaces ajudam muito com aumento das vendas, todavia, muitas empresas que não possuem uma marca conhecida perdem um público fiel justamente porque há muitas lojas pra ver em um único site e os consumidores não prestam atenção em conhecer novas marcas, apenas comprar por preços mais baratos. Então, se uma empresa espera utilizar o marketplace para crescer sua marca, não é recomendado que o faça, mas sim que comece com um e-commerce e depois que tenha adquirido um bom público insira o marketplace em seus planos.
Grande concorrência[editar | editar código-fonte]
Como foi citado na segunda desvantagem, os clientes se preocupam muito em achar produtos com preços baixos. Logo se algumas empresas vendem o mesmo produto, a que tiver o menor preço ficará com os consumidores. Dessa forma, uma grande competitividade é gerada entre as lojas participantes e, com isso, uma preocupação, até porque nem todas as lojas conseguem vender um produto "x" em um valor "y" muito baixo sem falir, logo, é preciso saber o limite de sua loja antes de abaixar muito os preços.

Como começar a vender em marketplaces[7][editar | editar código-fonte]
Realizar cadastro[editar | editar código-fonte]
A maioria dos marketplaces disponibiliza um formulário de cadastro nos seus sites, assim, o vendedor pode preencher os seus dados para então ser analisado pelo marketplace. Dentre as informações necessárias, geralmente estão dados como CNPJ e conta bancária. Uma vez aprovado pelo marketplace, o vendedor poderá continuar seu cadastro, para então começar a vender dentro da plataforma.
Criar anúncios[editar | editar código-fonte]
Para subir seus produtos para as plataformas de marketplace, o vendedor deverá fornecer informações como: foto, descrição, título e preço. Com todos esses dados, o marketplace iria fazer uma página com um anúncio do produto, que pode ser encontra por consumidores por meio de pesquisa dentro da plataforma.
Cuidar da reputação[editar | editar código-fonte]
Uma das grandes preocupações dos marketplaces é manter um controle de qualidade, para que a experiência de usuários que compram no seu site seja igualmente boa com vendedores "terceirizados". Para manter esse padrão, os marketplaces estabelecem regras de reputação, que beneficiam os melhores vendedores e punem os que tem menos responsabilidade. Entre os fatores que impactam na reputação de um vendedor estão: tempo para expedir um produto, avaliação de compradores, cancelamento de vendas, reclamações, etc.
História do Marketplace[8][editar | editar código-fonte]
O primeiro mecanismo que possuiu os conceitos básicos do que é o marketplace foi um software comercializado nos Estados Unidos na década de 1980 chamado Electronic Mall. Lançado pela CompuServe em 1984, apesar de ter sido o primeiro, fatores que estão diretamente ligados ao fato dele ter surgido nesta época, fizeram com que ele não tivesse a capacidade de se manter no mercado. Principalmente a partir do momento em que passou a competir com outros marketplaces que surgiram posteriormente e que, portanto, não enfrentavam as mesmas adversidades. Tais marketplaces foram a Amazon e o eBay, fundados em 1994 e 1995, respectivamente. Diferente do Electronic Mall, ambos já estavam inseridos no ambiente online desde o momento de sua fundação. Isso e o fato de que, nesta época (uma década após o lançamento do Electronic Mall), os microcomputadores e a internet tinham se tornado muito mais comuns na residência da população de países mais desenvolvidos, são os principais motivos da Amazon e o eBay serem considerados os pioneiros do marketplace. A Amazon é até hoje considerada o maior marketplace do mundo.
O Marketplace no Brasil[9][editar | editar código-fonte]
O crescimento do marketplace teve como um dos principais responsáveis o MercadoLivre: uma empresa argentina de modelo C2C que, além de ser a líder em e-commerce no continente latino americano, foi um dos maiores responsáveis pelo crescimento do marketplace no Brasil devido à sua popularidade. Atualmente existem diversas marcas brasileiras de marketplace de sucesso, a maioria já existia fisicamente, porém se expandiu consideravelmente ao se incluírem também no meio digital. Apesar da chegada da Amazon no Brasil, tal ato ocorreu em um ritmo bastante lento devido, principalmente, às rixas com a Saraiva. Tal situação fez com que a Amazon, desde sua chegada em 2012 até 2017 tenha sido, em território brasileiro, semelhante ao que era na sua origem: um marketplace de nicho, incluindo somente a venda de livros. Somente recentemente a Amazon conseguiu avançar em seu objetivo de tornar sua atuação no Brasil cada vez mais próxima à hegemonia que obtém nos Estados unidos, conseguindo expandir suas vendas a mais acessórios além de livros. Perante ao período de ausência e posteriormente ao de dificuldades que o maior marketplace do mundo obteve para crescer no Brasil, fizeram com que outra empresa tenha obtido destaque sobre o mercado de marketplaces brasileiros: a B2W, uma fusão entre grandes marcas como a Submarino e as Lojas Americanas. A B2W é a fusão de maior sucesso de marcas de marketplace na América Latina, tendo chegado a obter em 2008 até 55% do mercado de comércio eletrônico no Brasil. Porém atualmente esses números caíram devido ao aumento da concorrência, em especial ao sucesso gradual da Amazon ao superar seus empecilhos no território brasileiro.
Entre os maiores marketplaces do Brasil estão:
·         Mercado Livre
·         B2W (Americanas, Submarino e Shoptime)
·         Via Varejo (Casas Bahia, Pontofrio e Extra)
·         Amazon
·         Magazineluiza
·         Carrefour
·         Elo7
·         Netshoes
·         GFG (Dafiti, Kanui, Tricae)
·         Wish
·         Cissa Magazine
·         MadeiraMadeira
·         Centauro
A conduta das empresas com a chegada do Marketplace[editar | editar código-fonte]
A palavra-chave de todo o texto a seguir é: adaptação. Estamos em uma era de inovação constante, isto quer dizer que, quase todos os dias novas plataformas tecnológicas são criadas e o que acontece com as empresas? Elas aderem essas tecnologias ou ficam para trás no mercado, e isso aconteceu e acontece com o marketplace também. Aquelas empresa que viram o tamanho do público que iam atingir se não tivessem apenas lojas físicas e começaram a usar e-commerce e, após reforçarem suas marcas, o marketplace estão crescendo de forma absurda e sendo bem reconhecidas pelos seus trabalhos, afinal, manter várias plataformas em bom funcionamento não é fácil. Todavia, aquelas que não tiveram essa visão empreendedora não deixaram de crescer, mas não tiveram a mesma evolução.
Referências
1.     «B2C, B2B, B2E, B2G, B2B2C, C2C e Marketplace. Qual a diferença entre eles? - Fast Channel». www.fastchannel.com. Consultado em 30 de novembro de 2018
3.    ↑ Ir para:a b c Lima, Miro (23 de abril de 2013). «E-Marketplace: O Melhor Custo-Benefício para iniciar um e-commerce - E-Commerce News». E-Commerce News
4.    ↑ Ir para:a b «conheça os diferentes tipos de marketplace». www.fastchannel.com. Consultado em 30 de novembro de 2018
5.     «Conheça as vantagens do e-marketplace para os pequenos negócios | Sebrae». www.sebrae.com.br. Consultado em 1 de dezembro de 2018
6.     «O que é SEO: o guia completo para você alcançar o topo do Google». marketingdeconteudo.com. Consultado em 1 de dezembro de 2018
7.     Pell, Vitor; a (23 de agosto de 2019). «O que é marketplace? tudo o que você precisa saber!». ideris. Consultado em 26 de agosto de 2019
9.     «Agora sim a Amazon poderá dizer que "chegou" ao Brasil». EXAME. 27 de maio de 2017. Consultado em 4 de dezembro de 2018

Drop shipping


Drop shipping ou estoque na fonte é uma técnica de gestão da cadeia logística na qual o revendedor não mantém os produtos em estoque, ele oferta e comercializa produtos que estão no estoque do fornecedor. Assim que o cliente completa o pedido de compra, o revendedor solicita e paga ao fornecedor que fará todo o processo de embalagem e envio diretamente ao cliente. Dessa forma, o revendedor usa o estoque dos seus fornecedores como um Buffer Inventory (Pulmão de Estoque).
Índice
·         1Processo
·         2Revendedor
·         3Fornecedores
·         4Benefícios
·         5Riscos
·         6Negócio
·         7Fonte
·         8Ligações externas
Como funciona o dropshipping
O revendedor vende um produto para um dos clientes. Assim que o pedido é processado através de um canal de venda (internet, catálogos, promotores ou até mesmo a loja física), esse pedido é transferido diretamente ao fornecedor do produto que se responsabilizará pela disponibilização do produto para a entrega, podendo inclusive utilizar seu próprio parceiro de entrega ou outro designado pelo responsável pela venda.
Revendedor[editar | editar código-fonte]
O revendedor é a figura central desta técnica. Ele é responsável pelas ações de marketing e vendas dos produtos, por atingir o consumidor final e também pelo controle dos meios de pagamentos que disponibiliza aos consumidores. Quando utiliza o Drop Shipping, ele está concentrando e desenvolvendo forças e capacidades para captar o consumidor final e vender o produto. Ele pode e deve deter o controle da informação, dos estoques antes da venda através da utilização de um VMI (Inventário gerido pelo fornecedor) para controlar os níveis de estoques dos produtos que vende e que estão no fornecedor; e também da entrega, para monitorar os níveis de serviço prestados pelo parceiros e fornecedores, já que sua marca está envolvida diretamente com o consumidor.
Fornecedores[editar | editar código-fonte]
Seja um fabricante direto ou um fornecedor de outro tipo (atacadista/distribuidor), este terá que ter uma boa capacidade de resposta às demandas que o revendedor apresentar, por isso, a escolha destes fornecedores é de extrema importância, caso ele não tenha ou não desenvolva uma rápida resposta aos pedidos captados pelo revendedor, problemas relacionados a stockout (ruptura de estoque), que redundará no prazo ou não entrega da mercadoria no prazo acordado, que é mandatório para o sucesso do negócio.
Boa parte dos fornecedores são principalmente dos EUA, porém desde 2006 muitos drop ship estão surgindo na China, muitos dos quais oferecem por atacado para empresas e pessoas físicas. Isto é devido ao fato da Internet desempenhar um papel cada vez maior no mercado mundial.
Hoje em dia, o serviço de drop shipping já está sendo disponibilizado no Brasil por algumas empresas que mantém os produtos em estoque no país. O revendedor paga uma mensalidade e tem acesso a milhares de produtos sem mínimo de compra, e prazo de entrega ao cliente final reduzido.
Benefícios[editar | editar código-fonte]
A principal vantagem dos varejistas que trabalham com esse método, além de se concentrarem no seu core business de comercialização, é o de não ter os custos relacionados ao estoque, dentre eles, capital de formação de estoques, capital de manutenção de estoque, custos com armazéns, pessoal e movimentação e embalagem de cargas.
O fluxo de caixa melhora, já que há uma diferença entre o revendedor receber do consumidor e pagar seu fornecedor, caso mantivesse os estoques esse ganho financeiro não seria dele. Também os esforços de compras e capital envolvido não estão no seu horizonte de preocupações, com isso os custos são muito baixos, com menor intensidade de capital, o início de um negócio é muito facilitado.
Outro ponto é que, como os estoques estão nos fornecedores, e estes podem ser num número sem limitações, o seu portfólio de produtos pode ser muito maior, abrangendo uma gama superior de consumidores. Além de poder estar localizado em qualquer site que permita menores custos, quando seu canal de vendas for eletrônico (e-commerce) ou com promotores e /ou catálogos.
drop shipping também elimina a duplicação de esforços, pois somente um armazém vai manusear, embalar e enviar o produto. Este ato pode reduzir a administração de estoques e custos totais de logística. Estas reduções de custos podem, posteriormente, reduzir o preço ao consumidor ou aumentar as margens de lucro de toda cadeia.
Um produto pode não estar no estoque do fornecedor no momento do pedido (stockout). O produto pode ter sido vendido a outros revendedores, pode não ter sido fabricado na quantidade correta e por isso, gerar um desconforto ao consumidor, que não receberá ou terá que aguardar mais pelo seu produto. Isso pode levá-lo ao cancelamento do pedido com perdas financeiras e prejuízos para marca do revendedor.
Outro ponto é que a concorrência é intensa em vários setores. O preço é um fator sensível ao consumidor, por isso, promoções e descontos são mais frequentes e a margem vem maior ou menor através do controle de custos.
Problemas de entrega, atrasos gerados por falta de capacidade do fornecedor ou do parceiro de entrega (transportador), avarias, extravios, neste ponto da cadeia podem ocorrer e o revendedor receberá a reclamação do consumidor, devendo trata-la de forma rápida, satisfazendo as necessidades do comprador atingido.
Riscos tributários e legais também devem ser geridos pelos envolvidos, diferenças de impostos estre os pontos de saídas dos produtos, legislações sobe importação de produto (caso o fornecedor seja de outro país). É de grande importância atender às expectativas dos consumidores afim de evitar-se problemas com processos e reclamações a órgãos de defesa do consumidor por questões que podem ser resolvidas de forma amigável e que até fidelize o cliente.
O Drop Shipping pode ser usado por negócios de grande porte e também por microempresas, aqui o mais importante será como as informações fluirão ao longo da cadeia e o quão grande é sua influência sobre os fornecedores.
O grande varejista tem muito mais capacidade de influenciar o fornecedor pela escala que ele pode apresentar. Vale ao menos o desenvolvimento de fornecedores que, por alguma questão, não estejam sob a mira dos grandes varejistas, além dos relacionamentos com fornecedores em comum que tenha com esses concorrentes maiores.
Por isso, escolher qual produto ou mercado quer atingir pode fazer toda a diferença, assim como seus canais de vendas e agilidade em atender seus clientes, que pode ser um ponto fraco dos grandes players, então se favorecer da condição de pequeno varejista, que apresenta maior flexibilidade.
·         Texto inicialmente baseado na tradução do artigo «Drop shipping» na Wikipédia em inglês (acessado nesta versão).
·         Netesine, S., Nils R., Supply chain structures on the Internet: marketing-operations coordination under drop-shipping, October 2000; revised September 2001
·         Hayes M., Yoderian, A., The Ultimate Guide to Dropshipping, fonte: www.shopify.com/guides/dropshipping.
·         Hoyt D., Zappos.com: Developing a Supply Chain to Deliver Wow! - Case GS65, Stanford Graduate School of Business, 2011